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ESPERANTUS

Meu nome é Claudine, da Republica Democrática do Congo. Sou jornalista de formação e, além de trabalhar com comunicação, trabalhei também na área social e com culinária congolesa. Gosto de falar, de palestrar, de brincar e de cozinhar. Estou em São Paulo há cinco anos.

CLAUDINE SHINDANY KUMB

Apresento minha cultura e meu pais por meio de palestras, gastronomia e brincadeiras.

VIAGEM MUSICAL PELA ÁFRICA

Eu sou o cantor El Kabeya, nativo do Congo. Cheguei no Brasil há quatro anos. No Congo eu também era músico, mas aqui no Brasil me tornei semi-profissional na música. Desde criança eu gosto de cantar, tanto é que na hora do banho, eu imaginava que estava fazendo muitos shows. Hoje, meus sonhos do chuveiro se tornaram realidade.

EL KABEYA

Viagem musical pela África: um concerto musical ao vivo para você se divertir enquanto descobre a cultura africana.

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DANÇA COLOMBIANA

Meu nome é Maricela, tenho 34 anos e sou colombiana. Vim para o Brasil para seguir a Ordem Religiosa da qual fazia parte, enquanto vivia como freira. Sou apaixonada pela dança e pela música de meu país, então resolvi me dedicar às artes. Hoje procuro transmitir minha cultura através de aulas de dança sobre os mais tradicionais ritmos colombianos. 

MARICELA

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CENTRO DA LÍNGUA ÁRABE

MOHAMAD ALSAHEB

Sou de Damasco e cheguei no Brasil há cinco anos. Sou formado em jornalismo pela Universidade de Damasco e aqui no Brasil sou professor de árabe e inglês. Realizei diversos trabalhos voluntários como professor desses idiomas para brasileiros e estrangeiros no Intituto Base Gênesis de Desenvolvimento Humano, que acolhe refugiados em São Paulo. Fundei o Centro da Língua Árabe em São Paulo com o objetivo de ampliar as relações brasileiras com os países árabes, ensinando a língua, cultura, culinária, e diminuir a barreira cultural e linguística entre as nações árabes e o Brasil.

Cursos regulares e intensivos, aulas particulares, aulas online de língua árabe. Tradução do português para o árabe e inglês, oficinas de cultura árabe e muito mais com professores árabes nativos com treinamento profissional.

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DANÇA ZULU

NDUDUZO GODENSIA DLAMINI

Sou da África do Sul, nascida na cidade de Durban, em KwaZulu Natal. Trabalhei como comissária de bordo e recepcionista. Atualmente, moro no Brasil há sete anos, onde tento reinventar a vida com arte e cultura. Sou cantora e professora de dança, ofereço oficinas de dança nos espaços culturais em São Paulo.

 

O amor pela música e pela dança sempre fez parte do meu povo e eu gostaria de compartilhar isso com o mundo inteiro.

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BLOG: Lo que suena en Caracas

OSWALDO

Me chamo Oswaldo e sou de Caracas, Venezuela. Trabalhei como operador de áudio em uma emissora, como redator comercial, gerente de gravação e diretor de estações de rádio.Também trabalhei com projetos sociais, realizando eventos esportivos para crianças, jovens e adultos em competições de skate.


Atualmente moro em Boa Vista - RR, há 8 meses, onde estou tentando reinventar a vida com o trabalho na Internet. Tenho um blog e escrevo sobre o que gosto, sobre meu país e cultura. 

TEATROTERAPIA

RAUL ESCALONA

Sou Raul Escalona, nasci na Venezuela  e tenho 74 anos. Me formei em jornalismo, fui diretor de teatro, de cinema e de televisão. Tambem ocupei o cargo de  vice-presidente da televisão Venezuelana e de diretor geral da Cinemateca Nacional. Atualmente, eu me dedico a compartilhar minha experiência e sabedoria, mostrando a cultura do meu país de origem por meio de aulas de "teatroterapia".

 

Devido a impossibilidade atual de sair de casa, eu e a minha esposa nos reinventamos para ministrar o workshop de teatroterapia pela internet.   

RENABES ARTES

RENEE ROSS LONDJA

Sou a Renee Abegail, da Guiana, antiga Guiana Britânica. Vivo no Brasil desde 2011 e trabalho na confecção de bonecas negras que ajudam a quebrar o estereótipos e preconceitos sobre nossa comunidade. Com o cenário de pandemia, comecei a produzir mascaras faciais com tecidos africanos, como forma de me reinventar e ajudar no combate à Covid19. 

 

Os tecidos africanos são muito coloridos e refletem a personalidade e a cultura do seu povo, enquanto as bonecas representam os africanos na diáspora, assim como a boneca abayomi, que retrata mulheres de diferentes etnias africanas. A inclusão de bonecas negras na infância ajuda a combater o preconceito, promove a educação inclusiva, valoriza a autoestima da criança negra e fortalece a identidade étnico-racial. 

Bonecas negras artesanais que trazem consigo uma história, representam a cultura africana e quebram estereótipos.

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